Funcionamento

Do evento à execução, sem perder o controlo.

O Selfint funciona como um motor de processos. Recebe um sinal de entrada, executa um workflow, trata os dados, chama serviços externos quando necessário e regista todo o percurso.

Fluxo base do Selfint

O processo pode ser explicado em cinco passos simples.

1

Entrada

Algo acontece: chega um pedido externo, um ficheiro, um email, uma mensagem ou é atingida uma hora programada.

2

Decisão

O workflow define que passos devem correr, em que ordem, com que regras e com que caminhos alternativos.

3

Transformação

Os dados podem ser mapeados, enriquecidos, validados ou reorganizados para o formato certo.

4

Entrega

O Selfint envia a informação para outro sistema, gera ficheiros, publica mensagens ou desencadeia o próximo passo.

5

Acompanhamento

Fica tudo registado: estado, data, origem, erros, auditoria e possibilidade de reprocessar.

Como entram os processos

  • API e webhook: para integrações em tempo real com aplicações externas.
  • Schedule: para tarefas programadas por hora, dia ou outra cadência.
  • Kafka e filas: para cenários com mensagens, volume e desacoplamento.
  • Email poll: para monitorizar caixas de correio e reagir automaticamente.
  • AMQP, MQTT e Pub/Sub: para cenários orientados a mensagens adicionais já previstos no modelo de triggers.
  • Ficheiros: para upload, download, reprocessamento e acompanhamento das execuções associadas.

O que acontece no meio

  • Os workflows podem ser criados, pausados, retomados, duplicados, versionados e revertidos para versões anteriores.
  • Os mappings ajudam a adaptar campos entre sistemas diferentes e podem importar informação a partir de OpenAPI.
  • Os passos podem seguir caminhos condicionais conforme o conteúdo recebido.
  • Existem catálogos de step types, metadata e formulários para configuração guiada.
  • As credenciais e conexões ficam centralizadas para reaproveitamento seguro e podem ser testadas no admin.
  • Os workflows podem incluir passos AI para análise e geração de resposta, ou recorrer ao AI Builder para sugerir e compor fluxos.

O que ajuda na operação

Uma plataforma de integração só é útil se também for fácil de operar.

Execuções

Permitem ver o histórico de cada processo, com detalhe das etapas e do estado final.

Filas e DLQ

Mensagens falhadas podem ser isoladas, revistas e reenviadas com mais segurança.

Auditoria

As ações críticas ficam registadas para suporte, governação e ambientes com mais exigência.