Entrada
Algo acontece: chega um pedido externo, um ficheiro, um email, uma mensagem ou é atingida uma hora programada.
O Selfint funciona como um motor de processos. Recebe um sinal de entrada, executa um workflow, trata os dados, chama serviços externos quando necessário e regista todo o percurso.
O processo pode ser explicado em cinco passos simples.
Algo acontece: chega um pedido externo, um ficheiro, um email, uma mensagem ou é atingida uma hora programada.
O workflow define que passos devem correr, em que ordem, com que regras e com que caminhos alternativos.
Os dados podem ser mapeados, enriquecidos, validados ou reorganizados para o formato certo.
O Selfint envia a informação para outro sistema, gera ficheiros, publica mensagens ou desencadeia o próximo passo.
Fica tudo registado: estado, data, origem, erros, auditoria e possibilidade de reprocessar.
Uma plataforma de integração só é útil se também for fácil de operar.
Permitem ver o histórico de cada processo, com detalhe das etapas e do estado final.
Mensagens falhadas podem ser isoladas, revistas e reenviadas com mais segurança.
As ações críticas ficam registadas para suporte, governação e ambientes com mais exigência.